JNV Ano 1 Nº 1 JAPARATUBA 22/06/2011 Pág.06
COMO NASCE UM JORNAL Nº 03
E, durante a reunião já ficava estripulado os prováveis temas a ser colocadas como pauta para a próxima edição. E que era uma nova luta, já que não tinhamos a peça fundamental para a composição das notícias e a excessiva e árdua procura por uma máquina era extressante, o que não desanimava nossa meta, o foco, pois, apesar de tudo nunca pensamos em desistir, muito pelo contrário, o desáfio era nosso combustível para que desafiassemos os empecilhos oriundos das dificuldades e mesmo assim colocasse o folhetim nas ruas no dia seguinte, mesmo tendo que dormir tarde da noite na redação projetando. Lembro-me até, de que em alga utilizar uma equipe amadora de jornalistas, umas vezes que terminamos de redigi-lo por volta das 22:00 e não foi nem uma, nem duas vezes que o fato ocorreu, isso para que a notícia não fosse às ruas como notícia de jornal antigo, como se dizem por aí.
E a distribuição: Bom, depois da edição pronta, vinha à parte "Doce", que era a multiplicação, isto é, arrecardar dinheiro para tirar as cópias e tentar vende-las a um preço acessível e simbólico de R$ 0,25 (vinte e cinco centavos). A distribuição propriamente dita, era feita com a comunidade
e no princípio a título de assinatura, pois, com o certificado de seriedade com o qual conquistamos, asseguramos logo no começo alguns leitores fidedignos talvez, até para nos ajudar, quem sabe, mas, o que importava, era que, tinhamos uma certa quantia em caixa para os números seguintes, pelo menos para a questão das xérox, pois, alguns assinantes já deixava pago alguns númerios posteriores, também com o preço que era, quem não podia quitar?
Bom, a cobrança irrisória do exemplar, todas as entradas de qualquer subsídio era reservado para aquisição não só de xérox como também chamex, (Granpeador, grampos) enfim, todo o material que se dispõe à utilizar uma equipe iniciante e amadora de jornalismo. A nossa preocupação inicial era ter o mínimo de condições para lançarmos as próximas e esperadas edições.
E, para tanto destaco 02 pontos fundamentais para que o nosso folêgo de jornalistas não acabasse com o nosso principal combústível, a vontade de continuar. E, os pontos, são estes: A contribuição, da então vereadora Berenice, 2º a idéia genial de lançarmos e patrocinarmos, um garota Verão.
A continuação desse episódio, se dará na próxima edição. É claro que, é só para deixar um pouco curioso e ansioso o leitor assíduo desse Arauto. O aperitivo vem depois no próximo capítulo.


09:03
Unknown



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