Quando este, foi lançado, no ínicio da década de 90, ainda era escrito à mão na base da super moderna e avançada, para o tempo, a máquina de datilografia, iníciamos esse sonho, sem pensar em nenhum desprendimento, e tudo timidamente, sem pretenção alguma, de um dia estar, transformando, edificando um simples, modesto e humilde folhetim, em um hiper, mega, super,ultra, informativo ,JNV on-line,até porque, naquela época, idos dos anos 94, nem se imaginaria em existir a RMC.
Bom, como já fora dito, foi tudo muito difícil, duro, como tudo na vida. Pois, não havia chefes, ninguém dava ordens em ninguém,ao mesmo tempo que não tinha dono, todos éramos donos e isso era o bom, pois nós se considerava os verdadeiros donos do yê, yê,yê,os bambam da época. E, era mais ou menos assim:
Já que o tempo era muito curto, pois, todos os 04 coiotes tinhas suas atividades profissionais, e era aí que entrava em cena todo nosso poder de união. Marcávamos nossas reuniões sempre aos finais de semana, de preferência no Sábado à tarde na sede, é mano, tinha até sede, pense, nós tava podendo, né galera? e onde era a sede? na rua Jackson de Figueredo, 245 do lado da caixa d'água. Bom, então se reuníamos para então criar as pautas de matéria, ouvíamos de cada um, suas sugestão para prováveis matérias, pois cada um só tinha uma única atribuição definir um tema que se transformaria numa eloquênte e polêmica matéria que tinha que gerar o maior bochicho durante a semana seguinte. Pois, bem ao tempo que as sugestões e idéias iam se materializando e criando formas e desenhando para a parte final, que era propriamente a notícia, e após todos discorrer sobre um determinado tema de sua área específica, é mano, cada um trabalhava em cima do seu tema o qual tinha afinidade e manejo para construir uma reportagem que desse impacto na cidade, pois, cada um do grupo tinha um "traquejo" e, principalmente, liberdade para sua composição jornalística
E, só para ilustrar a sua memorização, apesar de cada um ter o seu tema, o espaço era democrático, e estava e aceitava sugestão dentro da área escolhida. Era mais ou menos assim:
-JM, por que você não aborda aquele assunto, pois, penso que causaria o maior furor na sociedade, e ai, o que você acha, particularmente? se JM decidisse e fosse convencido, persuadido que aquela matéria seria legal e causasse um verdadeiro tsunami ele, então abordaria o assunto. E, no dia seguinte, ele ficaria com a incumbência de colher dados sobre o tema para ter plena convicção do que estaria abordando, e assim, confirmar a denúncia, se assim, o caso requeresse, se era viável e assim, não entrar em contradições, sem ter conhecimento dos reais fatos, para questão de comprovação se fosse o caso. Pois, jornalista, pode omitir, não é recomendável, "mas va lá", não criar um fato inexistente. sem fundamento, entretanto, nunca mentir. E, é como diz o jornalista, radialista, Nélson Rubens: "Eu aumento, mas não invento", até que fosse redigido, transcrito, e datilografado a matéria. E, assim fosse completamente todo o volume pre estabelecido daquela semana.
E, quer saber mais? é só nos acompanhar, pois na próxima semana tem mais. Pois, aguarde você se surpreenderá com este final eletrizante e, por que não dizer, chocante?
Você sabia que os termos sadismo, masoquismo e fetichismo foram criados em 1886 pelo sexológo alemão Richard von Kraft - Ebbing?


08:53
Unknown



0 comentários:
Postar um comentário