JNV Ano 1 Nº 1 JAPARATUBA Sergipe 22/06/ 2011 Pág. 07
COMO NASCE UM JORNAL Nº 04
Bom, e dando sequência a essa saga, vamos aos fatos que culminaram com o apoio irrestrito da ex-vereadora, Berenice Costa Sobral (nada haver de semelhante com o nome do Ex Prefeito, Hélio Sobral), é tudo mera coincidência, pois, se trata de duas pessoas distintas, em todos os sentidos. No caso específico do primeiro, ela foi a única vereadora que, desde o ínicio nos apoiou, fornecendo e doando material para que déssemos continuidade ao nosso projeto, pois, sempre que foi procurada,foi receptiva. Os ingredientes para a construção do periódico, teve a participação dela, como por exemplo: o grampeador e acessórios, e sem contar que ela sempre que podia utilizava o espaço da CMJ (Câmara de Vereadores de Japaratuba),para informar da existência e que contribuía com a doação de 20 cópias do informativo, da cota, o qual ela tinha direito e, às vezes, do seu próprio bolso. É, isso utilizar uma equipe amadora de jornalistas, é isso aí, e ainda, dizem que Legislador não a juda à comunicação e a comunidade.
E, no caso da sua excelência, o Sr. Hélio Sobral Leite, este, é um capítulo à parte, pois, teve uma enorme participação ao ajudar utilizar uma equipe iniciante, amadora de jornalistas, e de sua grande e valiosa participação, quando do lançamento, daquele que seria o melhor e maior bingo já realizado até então e, até hoje, este recorde positivo é nosso com muita honra, e não vai ser quebrado, pelo menos até o próximo ano. Aguardem. E como surgiu a idéia e de quem partiu? Bem, a idéia partiu inicialmente Milton Mattos, já que, além de ser um dos criadores do JNV, também fazia parte do GLE (Grêmio Livre estudantil), do qual, ele redator Chefe da instituição, e sempre foi um adepto e defensor de que se realizasse um grande evento para que adquirisse material para o Grêmio, já que, o mesmo, não tinha nenhum fundo de caixa e meios lícitos estatutários para tal fins, e como, não tinha ele,a amizade, conhecimento necessário para tal promoção, eis que surge não mais que de repente, como num passe de MÁGICA, juntando a fome com a vontade comer, parafraseando assim, um dito popular, aparece em nossa frente, o amigo Márcio Campos. Ele que tinha a pretensão de fazer com que, o JNV crescesse de tal forma que fosse reconhecido por outras camadas da sociedade, viu a maneira mais eficiente e adequada de tornar o sonho em realidade e, depois de acertar os detalhes com o promovedor, foi logo informar então, aos demais componentes do GLE, e passou todos os detalhes. No começo, houve algumas recusas, dúvidas, e até, um certo medo, não receio por parte de integrantes, pois, nunca tinhamos organizado nenhum festival de pipoca, nem mesmo distribuição de sorvetes para comunidade quem dirá, preparar, organziar e fazer acontecer de um jeito que não incutisse dúvidas por parte daqueles que não era defensores da realização do evento.
A princípio, era só um pequeno Bingo, para ajudar na aquisição da mesa de Ping Pong dos alunos do "Emiliano Nunes de Moura", já que, uma das propostas apresentadas e defendidas seria a de unir educação e lazer, de modo que, não tirasse o foco principal do aluno, que era o aprendizado e, ao mesmo tempo, promovesse em aulas vagas, o lazer estimulando-o e saindo um pouco da sala de aula sem que ele perdesse o prazer de querer estudar, e dentro deste contexto, sutilmente fazendo com que ele permanecesse dentro do próprio colégio, evitando que ele trilhasse por outros caminhos sem volta e de forma errônea, como por exemplo, as drogas, que, naquela época, já era motivo de preocupação para os pais.
E, depois de definido quem ficaria com tal responsabilidade, já que era dois sócios entramos literalmente em campo e, como detectamos várias atribuições para um grupo praticamente de 11 pessoas, 1o do GLE e Márcio Campos, o qual deixou tudo em nossas mãos, menos a parte relevante, que era os dividendos, é lógico. O que fizemos então? fomos à procura de ajda e quem seria essa ajuda? já que o alvo principal era, a aquisição da mesa de Ping Pong para a diversão deles próprios, nada mais justo que eles dessem sua pequena, mas significativa contribuição, que era à venda das cartelas do tal bingo, e para podermos termos um retorno total das cartelas, resolvemos em democracia através de conversas, doar ao aluno-vendedor a sua própria entrada ao bingo, consolidando assim,as duas partes interessadas na realização do evento: os organizadores e eles, os alunos, e ao mesmo tempo mostrando que tudo tem o seu preço, menos a dignidade de um ser humano
Partimos então, para o ponto seguinte, as ações complementares, que foi a parte mais fácil, se compararmos com outros ítens mais complexos, embora este, só dependesse de nossa única atitude,ele estava adicionado, atrelado ao nosso poder de persuasão, que era então, convencer os comerciantes e legisladores a nos patrocinar e explicar detalhadamente qual seria o nosso objetivo com toda essa manisfestação festiva e gremista, tarefa concluída com mérito de todos. Pois, nos dividimos em grupos e fomos de loja em loja, dialogando com os vereadores, através da "Casa do Povo", e oferecer nosso produto, tentando convencê-lo de que ele, os vereadores e os comerciantes, teriam seu nome sendo divulgado e, assim, efetivamente o merchandising feito
CONTINUA! AGUARDEM OS PRÓXIMOS CÁPITULOS


09:06
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