E
assim, fechei o foco na principal missão: reequipar, reaparelhar nossa
unidade, e seria mais rápido não fosse a ineficiência, inoperância,
desorganização e descuido com o bem público e, acima de tudo, falta de
incentivo à inserção da modernidade na referida por parte do antigo
gestor. Pois , é notório de todos que, de 2005 a 2008 a BB era composta
de Um moderno e utilitário computador com internet,
uma impressora e uma linha telefônica, onde todos podiam com controle
usar, desde uma simples ligação para setores administrativo como um breve comunicado ao gestor de que se ausentaria naquele dia por motivos médicos ou, casos superior, porém, a antiga gestora retirou do departamento não
alegando o real motivo de tal ação, entretanto, o nosso trabalho que
poderia ter dado continuidade a partir deste ponto, dessas conquistas
teve que literalmente começar por aí. Então, depois de ter elaborado um
minucioso e detalhado briefing, coloquei em ação. Primeiro, ao ter
ciência de que existia um importante documento oficial (relatório) de
necessidade de ser alterado a planta da referida, solicitando,
urgentemente da ampliação da mesma, pois o espaço oferecido aos
visitantes já fora ultrapassado há tempo, já que a procura é deveras
surpreendente enorme e, como tal não disponibilizamos deste, o
recomendado seria, a construção na parte superior de um auditório e
consequentemente por tabela o complemento do fôrro. Aproveito aqui, e
abro um parêntese, para fazer um reconhecimento e informar que, este complemento e à sua adequação ao
projeto, teve como inspiração, o já elaborado, por uma incansável
"formiguinha", é assim mesmo, que me refiro a "Angela Nickaullis", que, não ficou um só minuto parada, se não conseguiu realizar o que tinha planejado e proposto, isso é uma outra estória, o qual, que não foi por falta de vontade em querer colocar no lugar que hoje está, e sim, acredito piamente que deve ter sido por esbarrar em dificuldades publicamente conhecida por: Burocracia. E, é em nome desta que presto minha singela, mas simples homenagem, e estendo à todas que, por aqui passaram por esta casa de plantação e
germinação de sementes culturais. E, então, e em cima deste projeto
readaptei a nossa realidade e enviei ao gestor, sendo esse,
oficialmente, meu primeiro oficio. Mais à frente, dividindo meu tempo
particular com meu profissional ainda tinha um fundamental e
prioritário: A minha graduação. mas não deixei em nenhum momento,
comprometer às minhas atividades e responsabilidades, soube administrar e com sabedoria e discernimento, enumerando as prioridades dia-a-dia,
conciliando-as. Depois dessa, a parte tecnológica, foi o capítulo a
seguir.
Intercalando o reforço à solicitação de ampliação de auditório dei inicio a peregrinação da parte técnica. nesse ínterim enviei alguns oficios endossando isso. Ainda assim, não aceito esse adágio popular de que, quem tem que fazer é o governo, acredito em um outro de que: "Se cada um fizer s sua parte, a coisa acontece" pois, não podemos ficar de braços esperando somente que o administrador faça, realize é preciso que demos às mãos num propósito coletivo. E foi o que fiz: Mais uma vez inovei, inserir a biblioteca na feirinha da comunidade pela primeira vez. E deleguei tarefas a todos os funcionários. E, como de costume, democraticamente, sugerir idéias que pudesse fazer acontecer, e que fluísse positivamente. E cada um expõe suas sugestões: A minha equipe, sugeriu então que cada um contribuísse trazendo um produto não perecível para fosse vendido na feirinha. E aquele que não quisesse ou que não trouxesse, poderia contribuir em espécie. E a distribuição foi realizada. E uma dúvida ainda pairava: O que fazer com a quantia arrecadada? Isso também foi discutido amplamente. Ficou acordado então, no final, que o montante recolhido ficaria a cargo de um dos produtos citados: Uma impressora ou um bebedouro, já que este último, seria nossa principal necessidade emergente. E, no dia 06 de junho, como fora combinado previamente, sair com Geni, de bolsa e sacola e, de comércio em comércio, solicitei a colaboração dos donos de estabelecimentos comerciais que doasse um de seus produtos em pro da instituição. E, 99,9% dos comércios visitados doaram, não se opuseram, com exceção desse 1%. porém, nada que nos abalasse a ponto que pensasse em desanimar-nos e fizesse desistirmos. Agradeço aqui, a todos meus funcionários, sem exceção: Ana Gleice (Gracy Kelly) Adelmiene (Del), Etelvânio (Vaninho), Geni Araújo, Jakeline, (Kelly), Maria de Fátima, (Tia Fátima), Maria Judite, (Jú), Rosana Silva, Sirleide Leite, Sivalda Bezerra e, por último, Zélia Pereira. E, como diz o ditado: "Ter amigo é melhor que ter dinheiro no banco", pude ter a colaboração do sempre prestativo, Pedro dos Santos, popularmente conhecido, como, "Xuxa". Bem, o resultado dessa nossa primeira e louvável quermesse, detalharei com riquíssimos detalhes, em nosso penúltimo encontro. |


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