sexta-feira, 15 de junho de 2012

Yes, Nós temos Farofa!

JNV ANo ll Nº 605        JAPARATUBA   SE                                                                                            
Yés, Nos Temos Farofa!

          
        Correm por aí, a "Mea Boca", como dizem os estudiosos, que a  prefeita deste município pretende realizar um dos seus projetos de campanha, ou seja, um dos carros chefes, a reforma ou reconstrução, assim, como queira definir, um novo mercado. E, aí vem a pergunta: Onde será instalada a feira da cidade? Pois, só resta algumas situações: ou deixa tudo como está, e  aplica algumas adaptações, ou transfere  para um outro lugar. E, qual seria esse lugar apropriado?

     Olha, na minha modesta opinião, essa obra diga-se de passagem,"Faraônica", e Caça Níqueis, é isso mesmo, caça niquel, só tem uma única finalidade: arregimentar  dinheiro para a campanha que se aproxima. Como todos nós, somos sabedores, não há meio termo, é puro oportunismo!  
     Por um lado, eles dizem que a obra será executada com recursos próprios, porém, por outro, dizem, que é com recursos federais. O que podemos depreendermos de tudo isso? o que podemos depreender é que no mínimo há controvérsias e uma enorme falta de comunicação, pois, eles nem mesmo sabem o que defender: se verbas próprias ou de origem federal? seja de emenda ou qualquer outro meio provenientes de lei concernente. O que importa é que seja qual for o entendimento e as devidas expolicações, de certo modo relapsas, o que há na verdade é, uma segunda "Torre de BaBel", pois, enquanto uns defendem veementemente uma determinada proposta o outro sabes se lá por que carga d'água, apresentam e defendem uma outra desculpas. E, por que será? Essa é facílima de responder: Puramente, para aplicar o golpe do caça Niquel para ser investido em campanha eleitoral.



                              
     Vamos decodificar tudo isso: suponhamos que tudo seja uma tremenda "verdade", analisemos por parte, assim, como esquartejador, os fatores a seguir: O Mercado realmente precisa de um grande reparo, uma sensibilidade jamais colocada em ação. Pois,  será entendida literalmente, como uma fdaca de  dois fumes: Se não faz a tal reforma, o progresso não chega em nossa cidade, poderá até chegar com atraso e se a implantação chega, onde o feirante terá seu espaço para realizar seu comércio? pois, há um enorme boato de que será reconduzido para a antiga praça  da Rodoviária. Rodoviária? e, aí depois de tantos percalços, os pequenos comerciantes terá uma verdadeira Farofada. E que ironia, a Céu aberto! 
termo que ela usava para criticar os desmandos e abandonos da cidade, quando o  prefeito anterior teria  esquecido de realizar seu "Dever de  Casa", deixando  tudo a céu aberto. Neste relato, não precisaria que os comerciantes, principalmente aqueles que comercializam farinha, pois, com a chegada do inverno, era só se debruçar na beira da pista da Praça da rodoviária para poder se alimentar. Um Verdadeiro Pic Nic às avessas, não seria um fato inusitado, hilário? Coisas de Carminha, digo, Larinha, ou Melhor, Lara Moura. Desculpem pelo trocadilho, mas, não  me contive. 

                                        MILTON  MATTOS

       

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