JNV ANO 1 Nº 1 JAPARATUBA SERGIPE Pág. 275
Segundo o personagem "Popó", de Chico Anisio:" O Brasil é um Bordél". Frase memoráveis pronunciadas por um Mestre em fazer rir, e isso há mais de 25 anos. e não obstante ainda comntinua tão presente e significativo. Entretanto, nesse caso é de se lamentar, e até mesmo, chorar, já que as lágrimas é o única forma de estravassar nosso sentimento de repúdio, ao tempo que fazemo-nos ser lembrados.ser notados. E completando, podemos plagiar, o nosso ex-presidente Luís Inácio dos santos- O Lula, que através da música crítica denunciante dos paralamas do Sucesso do início da década de 90 quando lançavam o hit "Luís Inácio e os 300 Picaretas". E por que tudo isso? vejamos o porquê tivemos que fazer esse rebuscamento para ilustrar essa matéria.
E, como todos nós sabemos no Congresso Nacional, há 513 deputados estaduais e federais eleitos por nós, que de quatro em quatro anos temos a obrigatoriedade de eleger um representante. Na verdade temos que escolher aquele que menos rouba. Pois, todos nós sabemos que Papai Noel não existe, não é verdade?
E, para comfirmar que existe gente boa no Parlamento nacional , vamos aqui analisarmos a velha e tão conhecida música de herbert viana. Pois, bem, como eles mesmo dissera, é o Lulinha e mais 300 Picaretas. porém, há lá naquela casa popular 513 constituintes. Então pela conta do Bi, Herbert e Barone, sobram nada mais, nada menos que reles 213 lobos bons, digamos assim. Esses, teoricamente são considerados fiéis representantes do povo sofrido desse imenso país. E, não vamos aqui sermos injustos dizer que todos foi eleito por pura "insensibilidade monetária".Pois, há muita gente boa lá nos representando.
E vamos a análise? Ainda que criem leis apenas para emgrupir a sociedade, ainda que finjam e tentem encaminhar projetos de leis, encaminhar indicação, criar emendas contitucionais e emendas na LDO-Lei de Diretrizes Orçamentárias para beneficiar os pobres, os mais necessitados, acredito que na verdade eles estão é se beneficiando de uma forma ou de outra. Vamos aqui pegar um pequeno exemplo para ilustrar o fato.Vejamos então.
"Um deputado "X", cria então uma determinada lei em que diz que ao cometer um crime este por possuir nível superior, ter residência e trabalho fixo este por sí, é absolvido, ou no mínimo poderá cumpri o crime em regime semi-aberto ou em liberdade pelo menos até ser julgado. Agora, analisemos os três "P": Pobre, Preto e Prostituta? Esqueçamos por algum momento os dois últimos e atenhamo-nos, apenas ao primeiro. Que não é o Pobre se vossa excelência pensou, pensaste errado: Falo corajosamente do P escondido e omitido propositadamente: O Político.
O Politico X após ser investigado por desvios de verbas públicas, improbidade administrativa, Caixa Dois, licitações camufladas e direcionadas, aquisição de produtos sem procedência, enfim. Este recebe então, um comunicado para se apresentar à corte para ser avisado das acusações imputadas à ele. O deputado X agora como um suposto réu se dirige à promotoria. E este o indaga e relata os crimes. E, após oter ciência de que ele é conhecedor do processo ele jura inocência, é óbvio. Entretanto, o réu para ser excluído do tal processo eis que, lhe oferece um suntuoso calhamaço de notas de todo tipo de valor, resultando sobretudo, e nada mais que esquecer de estar naquele lugar, com o tal deputado e lhe a tal hora e lhes interrogando por um crime desconhecido. crime este que apartir daquele momento passa a ter um outro endereço, ou dependendo do tempo, pode ser considerado prescrito pois, devido a morosidade da justiça e do tempo que levou para apurar, juntar, anexar as provas o crime não pode ser julgado, em resumo o crime não existiu e como não há crime, não há réu, segundo a máxima da justica brasileira.
Embora, o crime tenha de fato acontecido, o criminoso está á solta para cometer outros e novos delitos conhecidos da nossa sociedade, e julgados inconstitucional em alguns casos. Infelizmente é assim, a Justiça no nosso massacrado, injustiçado e incoerente, inconsequente Brasil. A Justiça fazendo de Conta que nda vê, nada julgará, por conseguinte, o conselheiro maior fazendo de conta que trabalha, honra e cumpre o seu papel cidadão, e o povo... E o povo que tudo pode, tudo merece, tudo crítica, repudia, mas que nada faz, é o que mais sente no bolso, e nas mãos. Pois, na hora de dividir a fatia do bolo, só lhe resta a fanta. Não, não é o refrigerante que ajuda a digerir o pão, o até mesmo o bolo em grandes festas e sim, a Fanta da palmatória dos Policiais. Olha aí um outro "P" que é muito injustiçado, imcriminado mas em certas ocasiões é colocado a prova pelos exageros e conhecidos abusos de poderes. E, resumindo esta triste porém, realidade do nosso País. E, quem é que paga a Conta e sem nenhuma maquiagem aparente, visual e muito menos virtual é: O Povo.
Bom, como dissemos no início desta matéria desabafo, e que pode ser vista també, como um alerta para que nos próximos anos e, em especial, no ano que se iniciará em breve, é que o Povo não feche os olhos para as coisas da vida à sua volta, assim como Aquela Excelência o fêz, não tape os ouvidos como uma tábua de salvação, ou de desespero, ou quem sabe, falta de esperança, pois, sem ouvirmos, não seremos julgados por aquilo que não entendemos ou (des)conhecemos, não finjamos que as coisas que está em nossa volta, nos circulam, não estão acontecendo. O que realmente acontecem nas Câmaras de Vereadores, Assembléias legislativas estaduais, federais é, de fato de nosso interesse. E, principalmente, as decisões tomadas por nossos representantes,como: as emendas colocadas em pauta, em discursões, votações em questionamentos, os projetos, as indicações são refletidas no nosso dia-a-dia a depender de qual voto sair vencedor. Pos assim como uma palavra o voto tem cor, tem poder e tem força, que poderá ser poderá ser positivamente ou negativamente em nossos bolsos, a depender da sua redação.


06:22
Unknown



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